Sem querer substituo prazer por dor. Concentro-me na dor. Entre aspas não sei onde estou. Questiono a pélvis. Questiono as pedras desta calçada que me espelham e me repeliam.
Sete meses são sete anos e sete canções não cantadas mas repetidas num filme mudo com cantores mudos.
E agora devolvem-se presentes de casamento. Ups, não... Não tenho nada para te devolver. Porque nunca me deste nada. A não ser que queiras que cuspa a saliva que aceitaste na casa do poeta. Cuspo-te na cara (já não ofereço nada com carinho).
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