Ajoelha-te. Quero ver pele a rasgar. Quero que saias com alguém que aches mesmo muito interessante e depois me contes tudo, sentado à lareira, confortável no sofá que comprámos juntos no Ikea. Partilhamos um capuccino de cápsula extraído da máquina azul-bebé enquanto contamos rosas brancas tingidas a ácido.
Não compraste essa blusa para que te olhassem para as botas. Honestidade intelectual é muito mais sensual que qualquer perímetro de epiderme brilhante a purpurinas. Quero ver a ruiva contigo, daqui a uns anos do outro lado do oceano.
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