O meu prazer tem de ser prático (não no sentido oposto a teórico mas no oposto a complicado. E, por acaso, também gosto do teórico).
Quero praticidade. Não tenho tempo para rituais. Não tenho tempo para flores, velas e chocolates. Não tenho tempo nem paciência para etiquetas.
Quem me dera que as unhas parassem de crescer. Estes rituais só me tomam tempo em que podia estar a construir mil e uma coisas. Cortar unhas, curar aftas, tentar adormecer. Carregar num botão seria tão mais prático. Assim eu poderia seguir com a (minha) construção.
E sim, senti uma dor fantasma quando deixaste de estar. Já não tenho saudades, tenho dores fantasma.
Mas porque é que os microondas têm de estar limpos para aqueceres a tua comida? O desagrado visual não te afecta a comida. Praticidade.
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