O meu complexo de mártir não me vai deixar calar. Não desligues as colunas porque não vai valer a pena. Entranhaste-me assim que abriste a porta. E, apesar de tudo, os teus olhos ainda me fazem comichão na garganta.
O inferno está cheio de enxofre, dizem os desenhos animados na televisão. Os meus pulsos também. Diz-se que evita os cães de fazerem xixi em cima.
Olá, sou um monstro que em vez de dentes tem pilhas. Tuço sentimentos e emoções que esperas ver; que anseias por ver compreendidas e espelhadas. Tuço tudo o que quiseres.
E, depois, tudo o que me resta são monólogos com o meu próprio sangue, suor e lágrimas. Pego no coelho pelas orelhas. Aperto-o bem junto a mim.
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