Gosto de pensar que sou uma boa madrinha. Preocupam-me os teus orgasmos e as tuas dívidas. Não me preocupa se sorriste a um estrangeiro ou se levas a roupa fina ao mercado. Nem me importam as vezes que mudaste de ideias nem os teus hobbies. Também não me importam os presentes que recebes dos deuses (os deuses sou eu.)
Sou a filha bastarda da poesia e por isso não entendo a necessidade de
escrever em colunas excepto se a tua nacionalidade for japonesa.
A missa dos sete pecados e das sete horas só me da ideias demoníacas. Homens casados,
peixe crú, meter a cabeça no forno, romper as meias, apagar as luzes,
invadir auto-retratos e estragar nutricionistas.
E os restos de fezes por baixo das unhas
vão ficar no calendário mais rápido de
todos.
Reconhecida lealdade e proactividade.
A flor do meu humor é
cor-de-rosa carne.
Apesar dos horários incompatíveis, acho que devíamos ter um affair hoje.
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