Wednesday, February 22, 2012

Não serão suficientes as vezes que te quero abraçar a consciência, tocar no teu humor e arranhar a libido. Serão poucas as vezes em que não vou querer descascar-te a personalidade e desmascarar o prepúcio.

No meu território, o tique-taque do relógio só serve para me anúnciar.

Se viste o futuro como afirmas e insinuas, dá-me o sexo anal que ainda não fizemos. Dá-me o que não prometeste. E não prometas mais nada, que as viagens estão caras.

O problema é que o teu nome está em todo o lado. Porque não o escreves com tinta invisível? Quero sair desta realidade. Apaga a luz (não quero ver.) Quando eu quiser, o gato esta morto. Deixa-me escolher!

O que quero é o que podes dar. Eu não peço para não ser negada. Eu prefiro ser oferecida do que queixosa. Oferece o que tens - tiro o que quero. Sou esperta?

Ele já estava farto de brincar com os brinquedos da prateleira.

Deixou-os apanhar pó.

O caos é o seu melhor amigo.

Ele criou um abismo onde há escorregas que vão em todas as direcções. Eu queria baloiços, mas não disse nada. Aguardei.

Só sei que se ele snifar ódio, então estamos todos fodidos. O problema é que ele é muito possessivo em relação ao seu esperma.

Ele não abria os olhos de manhã, amava quem estivesse ao lado.

Ele usava as minhas partes como se estivesse no talho.

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