Dependo do sol.
Dependo da chuva.
Dependo do sangue que te corre na veia atrás da orelha esquerda.
Dependo das pessoas que falam contigo.
E dependo do pó que a prateleira tem.
E dos lençóis que não são vermelhos nem pretos.
E do cheiro a sexo disfarçado com lixívia.
E da falta de tempo.
E do tempo.
Independentemente disso tudo, tens efeito nocebo em mim. E eu gosto.
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