Friday, December 23, 2011
nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca
Passadas treze vezes pergunto-me o que aquela palavra significa. Junto as letras e duvido. Duvido sempre. Não confio em nada, em gramática nenhuma nem em idioma nenhum. Intérpretes para uma conferência entre os nossos cérebros. O meu router é mais bonito que o teu e nunca guarda palavras-passe. Entrada grátis no clube dos desconhecidos, hoje!
Cede-se eunuco feminino desprovido de hormonas feliz e com sardas. Não cora mas também não berra. Nas ruas de Lisboa sou bissexual e latina. Não quero nunca separar-me dos teus olhos. Não quero nunca que deixes de me ver dançar e não quero nunca, NUNCA, que deixes de me ver ser.
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