A publicidade deixa de ter efeito em «nós». Porque não somos iguais aos outros.
Apetece-me chupar do teu sangue, só um bocadinho, só para ficar com ADN teu, permanentemente, a fim de não sentir a distância.
Mutação?
P: O que fazer quando recebemos mensagens indesejadas?
R: Aprender a receber as mensagens e a não reencaminhá-las para a tua tola automaticamente. Ignorar mensagens que não te interessam. Filtros dos bons.
P: O que fazer quando sou "obrigado" a fazer coisas que só me dão prazer em último plano?
R: Aprender a extrair prazer de situações tipo favor/focar no objectivo. (Mais uma vez a relação meios-objectivos a atormentar-me.)
Se tirarmos os ciúmes da equação, o que é que tens de fazer para eu sentir dor? Ciúmes são nocebo.
Antigamente, sexo era a moeda de troca, porque sexo = amor.
Para «nós», sexo não é a moeda de troca. Amor sem o sexo é a moeda de troca. Porque sexo é só uma conversa. Mas uma conversa pode ser amor, também. Estou a contradizer-me? Que se foda, a consistência é sobre-estimada :)
Amigos com benefícios também se amam.
Sexo nunca vai significar dor para outros. (Para além disso, dor em sexo nunca dói fisicamente. Seria um paradoxo universal.)
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Vende-se humano (m/f):
Descrição: Não gostamos da nova Pessoa 4N93|4, por isso decidimos procurar um novo lar para ela!
Tem baixa auto-estima. Péssimo sentido de orientação (físico e intelectual). Boa aparência quando trabalhada.
Favor contactar 0100 011 100.
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Finalmente percebo porque é que certos curricula universitários funcionam e outros não. O pessoal não ouve as músicas certas. Acham que isto ainda é uma aprendizagem contínua, como na escola. Que os erros que fizeste antes vão servir para não chumbares este semestre.
(Tenho uma ideia de que este ano académico vai ser uma aprendizagem semi-eterna. Não contínua, mas desconstruída e desemaranhada de curricula)
(E, se for preciso, mato e roubo e faço um broche a um espantalho - só para te ter ao pé de mim).
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