Não - é porque empurra e puxa os limites que tu nem sabias que
tinhas. E os que sabias que tinhas, também; mas que pensavas
inabaláveis.
Limites.
Porque olha para ti e vê a bolha que tens à volta da tola, da cona, da
tua identidade de género, do teu futuro e do teu passado e da tua
memória. E depois, com um sorriso no rosto, rebenta as bolhas todas - uma a uma - só
com um indicador.
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