Dar um pontapé num bebé.
Pessoas são previsíveis: evitam-te o olhar enquanto não há interacção. Só depois é que confiam. Hanshake Process.
Querias mandá-lo pela janela, mas não mandas. Tráta-lo como um boneco ao invés disso.
Entrar em conversas de carros só porque tens pila e ires para o quarto dos bebés só porque tens cona.
O género é ultrapassado quando tens bebés? Não, só tens um papel diferente. Outras coisas serão esperadas de ti.
E quando sais de casa dos pais para viver com a outra metade da maçã podre também passas a ter outro papel. E que nem te passe pela cabeça andar sem ela em encontros familiares.
Os papéis falhados: as discussões, as não-comparências, as ovelhas-negras. Esses divórcios.
"Os carros e os vestidos não te darão felicidade." Nem o GPS nem os tablets. A mousse de ananás dá-me mais felicidade que um envelope com dinheiro no Natal.
Quero ser feliz contigo, por isso não estragues merdas ao dar-me casacos. (Mantém a temperatura corporal acima dos trinta e cinco, se faz favor.)
É como fazer um bolo de aniversário com o Ruca cuja mãe teve um cancro há um ano atrás. Isn't it ironic?
Ou sentir-me um travesti por usar sapatos de salto alto e o género definido em masculino, no Facebook.
O típico impôr de guiões no pessoal... que previsível.
Comida
Abraços
Um olhar
Poças de água
Esquilos
Música
Ele a dançar
Eu a vê-lo dançar
Género nunca mais.
Conduzir
Cheiro a gasolina
Cheiro a poppers, que são proíbidos na sauna.
No comments:
Post a Comment