Sunday, November 13, 2011

Dar um pontapé num bebé.

Pessoas são previsíveis: evitam-te o olhar enquanto não há interacção. Só depois é que confiam. Hanshake Process.

Querias mandá-lo pela janela, mas não mandas. Tráta-lo como um boneco ao invés disso.

Entrar em conversas de carros só porque tens pila e ires para o quarto dos bebés só porque tens cona.

O género é ultrapassado quando tens bebés? Não, só tens um papel diferente. Outras coisas serão esperadas de ti.

E quando sais de casa dos pais para viver com a outra metade da maçã podre também passas a ter outro papel. E que nem te passe pela cabeça andar sem ela em encontros familiares.

Os papéis falhados: as discussões, as não-comparências, as ovelhas-negras. Esses divórcios.

"Os carros e os vestidos não te darão felicidade." Nem o GPS nem os tablets. A mousse de ananás dá-me mais felicidade que um envelope com dinheiro no Natal.

Quero ser feliz contigo, por isso não estragues merdas ao dar-me casacos. (Mantém a temperatura corporal acima dos trinta e cinco, se faz favor.)

É como fazer um bolo de aniversário com o Ruca cuja mãe teve um cancro há um ano atrás. Isn't it ironic?

Ou sentir-me um travesti por usar sapatos de salto alto e o género definido em masculino, no Facebook.

O típico impôr de guiões no pessoal... que previsível.

Comida

Abraços

Um olhar

Poças de água

Esquilos

Música

Ele a dançar

Eu a vê-lo dançar

Género nunca mais.

Conduzir

Cheiro a gasolina

Cheiro a poppers, que são proíbidos na sauna.

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