Cortei-te os braços.
Cortei-te nos ombros, nos cotovelos, nos punhos e nos dedinhos.
Agora já nem podes pensar que me tocas e que mexes em mim.
Agora podes voltar à tua ópera de quem finge e assume que
finge (só para os estranhos.) Podes voltar à tua ópera de circos
sem vida e sem final. Libertei-te da maldição de ser infeliz-cansado. Agora já sabes o que
não queres. Podes voltar a desmembrar as Barbies só pelo gozo de ver que
elas não sangram (tu pensavas que eu era uma Barbie mas eu sou melhor que urânio.)
PS: um miminho.
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