Vou brincar com a tua noção de seguro. Vê-la passar de mãos em mãos. Vê-la afundar-se no meu umbigo. Ver-te afundar no meu umbigo. Vou passar-te os meus caminhos e os meus venenos e todas as minhas más ideias.
Vais ficar cheio de dores de cabeça.
A mim não me incomodam as pessoas à volta do meu umbigo (querem todos lá entrar.) Eles sabem que tenho bons genes debaixo do chapéu-de-chuva. Eles só não sabem que tiopental e pancurônio dá dores na barriguita.
Eu posso falar porque o meu umbigo é bonito. Para ti, eu guardo o cloreto de potássio num frasquinho cor-de-pêssego.
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