Por que insistes em aparecer quando não há sol?
Por que entras pela porta que tu próprio fechaste e ficas pela ombreira? Esperas alguma revelação ou, quem sabe, maldição?
Não me exponhas à tua felicidade re-descoberta. Não precisaste de mim para me odiares.
Se precisas de auto-validação, sabes onde me encontrar. Mas tu sabes que isso me dói. Fazes-me doer.
Sabes que caminho apressado de um lado para o outro. Do outro lado da porta, imagino o teu respirar. Imagino que me vais fazer uma surpresa e tocar à campainha. Eu nunca atendo a campainha porque, apesar de sonhar contigo todos os dias, sei que não vens. Eu sei que não gostas de surpresas.
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amor 82,5 ódio 82,5
No ciclo para o qual me atraíste eu respiro para as cartinhas de amor escritas na parte detrás de um bilhete de comboio. No ciclo para o qual eu vivo agora, sou como um burro a quem puseram uma cenoura à frente. És a rodinha do meu laboratório só que os resultados nunca são bons (só a metodologia).
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