a abelha que pousa no punho que entra e sai e entra e sai
a abelha não pica mas também não come. a abelha berra e chora e lá vai mamando
os meus meninos preferidos estão na prateleira do móvel da sala com vista para o parque.
as meninas, essas, como são feias e porcas, ficam no canto mais escuro do quarto. e à noite, quando me deito com a minha mulher, obrigo-as a ouvir-nos enquanto fazemos amor. também as obrigo a abrir as perninhas quando não vão a minha casa na hora de almoço da escolinha. na minha memória ficam queimadas as velinhas que acendo e cuja cera lhes chove nos pézinhos. na minha memória fica pisado o sangue que jorra das suas coninhas. um dedo, dois dedos, três dedinhos.
a Maria adora manteiga de amendoim. a Maria é a minha cadela.
a pílula da Maria é a diversão dos meus meninos. eles ficam muito aliviados quando eu lhes deixo brincar com ela.
as meninas, essas são levadas para a cozinha tal como manda a tradição. só que, para me divertir um pouco mais, coloco-lhes as trelas suplentes e digo-lhes que é a nossa nova brincadeira. elas gostam muito de brincar aos cãezinhos. até quando lhes digo que a pipi delas é como uma fatia de pão-rico e a Maria não morde. depois, depois o meu orgasmo é simplesmente burocrático.
No comments:
Post a Comment