Os árabes odeiam mulheres e não é pouco.
As pernas.
Os braços.
A pele. (Aquela pele nojenta.)
Aquele nariz torto.
O cheiro (aquele cheiro a perfume, que enjoa.)
O anel.
O escárnio.
Aquele desprezo todo.
Aquela língua que não lembra a ninguém,
Aqueles olhos falso-carinhosos.
Eles pensavam que se podiam infiltrar
Pensavam que podiam receber o guito, rezar e fugir
Sem sequer ninguém reparar neles
Mas eu topei-os à distância de um supermercado cheio de estudantes idiotas.
Feios, porcos e maus!
Eles odeiam mulheres como tu odeias o cheiro a cocó nas mãos (agora imagina.)
Quem me dera ter um pau.
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